Arquivo | fevereiro, 2010

EU TAMBÉM NÃO TE CONDENO

27 fev

EU TAMBÉM NÃO TE CONDENO

(por Ed René Kivits)

 

 

Pode procurar que você não cai achar. Não importa aonde vá,
estou absolutamente convencido que há duas coisas que você nunca vai achar.
Você pode correr o mundo e o tempo, e tenho certeza que jamais conseguirá achar
alguém que não se envergonhe de algo em seu passado. Para qualquer lugar que
você vá, lá estarão elas, as pessoas que gostariam de apagar um momento, uma
fase, uma ato, uma palavra, um mínimo pensamento. Todo mundo tenta disfarçar, e
certamente há aqueles que conseguem viver longos períodos sem  tormento da lembrança. Mas mesmos estes
quando menos esperam são assombrados pela memória da um ato de covardia, um
gesto de pura maldade, um desejo mórbido, um abuso calculado, enfim, algo que
jamais nunca deveriam ter feito, e que na verdade, gostariam de banir de suas
histórias ou, pelo menos de suas recordações.

 

Isso é uma péssima notícia para a humanidade, mas uma ótima
notícia para você: você não está sozinho, você não está sozinha. Inclusive as
pessoas que olham em sua direção com aquela empáfia moral e sugerem cinicamente
que você é um ser humano de segunda ou terceira categoria, carregam uma página
borrada em sua biografia, grampeada pela sua arrogância, e selada pelo medo do escândalo,
da rejeição e da condenação no tribunal onde a justiça jamais é vencida. Você
não está sozinho. Você não está sozinha. Não importa o que tenha feito ou
deixado de fazer, e do que se arrependa no seu passado, saiba que isto faz de
você uma pessoa igual todas as outras: a condição humana implica a necessidade
da vergonha.

 

A segunda coisa que você nunca vai achar é um pecado
original, não tenha dúvidas, o mal que você fez ou deixou de fazer está
presente em milhares e milhares de sagas pessoais. Não existe algo que você tenha
feito ou deixado de fazer que faça de você uma pessoa singular nos bancos dos
réus – ao seu lado estão incontáveis réus respondendo pelo mesmíssimo crime.
Talvez você diga “é verdade, todos tem do que se envergonhar, mas o que eu fiz
não se compara ao que qualquer outra pessoa possa ter feito”. Engano seu. O que
você fez ou deixou de fazer não apenas se compara como também é replicado com
absoluta exatidão na experiência de milhares e milhares de outras pessoas. Isso
significa que você jamais sozinho, jamais estará sozinha, na fila da confissão.

 

Talvez por estas razões a Bíblia sagrada diz que devemos
confessar nossas culpas uns aos outros: os humanos não nos irmanamos nas
virtudes, mas na vergonha. Este é o caminho de saída do labirinto da culpa e da
condenação: quando todos sussurrarmos uns aos outros “eu não te condeno”,
ouviremos do justo juiz: “ninguém te condenou? Eu também não te condeno”.

 

É isso, ou o jogo bruto de sermos julgados com a medida com
que julgamos. A justiça do único justo reveste os que têm do que se envergonhar
quando os que tem do que se envergonhar desistem de ser justos.

 

Extraído do blog http://www.outraespiritualidade.blogspot.com/
de Ed René Kivits.

Digitado por AndersonMineiro70.

A GRAÇA DE DEUS COMO ATO E EVENTO (por Pr. Pedro Rocha)

23 fev

A
GRAÇA DE DEUS COMO ATO E EVENTO*

1. DISCUTINDO O MAL ENTENDIMENTO SOBRE A GRAÇA E A IRA DE DEUS

A).
A graça de Deus não é sua qualidade, não sua mentalidade válida
atemporalmente, e o Evangelho não traz o esclarecimento sobre a essência
de Deus desconhecida até agora;

B). Nem tão pouco devemos
entender que antes da graça, Deus tivesse sido imaginado erroneamente
como irado e que, agora deveria ser concebido como um Deus
misericordioso.

C). Pelo contrário, a ira de Deus se revela, hoje
como dantes, sobre toda impiedade e injustiça humana (Rm 1.18). A
pessoa que não se arrepende é advertida (Rm 2.5,8). Pois justamente
fazem parte de Deus, a fidelidade, a veracidade e a justiça, fazer
sobrevir a ira (Rm 3.3-6).

D). Deus permanece o juiz, e a fé
cristã na graça não consiste da convicção de que não existe ira de Deus,
e que não está nos esperando ameaçadoramente um juízo (2 Co 5.10), e
sim na convicção de ser salvo da ira de Deus (Rm 5.9; 1 Ts 1.10; 5.9)

2.
A IRA DE DEUS COMO UM EVENTO

A). Existe uma concepção errada
sobre a ira de Deus, que se baseia na falsa concepção de que a ira de
Deus seria uma propriedade, um afeto, uma mentalidade irada.

B).
Na verdade a ira de Deus designa um evento, a saber o juízo de Deus.
Exemplos:

· Quando se fala da ira de Deus (Rm 1.18), não
se está falando de uma comunicação instrutiva, e sim está sendo dito que
ela se torna efetiva.
· Quando em Rm 1.18-32 é descrita a
ira de Deus, ela é apresentada como aquilo que já acontece de fato no
mundo gentílico. Neste texto vemos:
a). O estar entregue aos desejos
do coração (v. 24);
b). Ás paixões desonrosas (v.26);
c). Ao
entendimento reprovável (v.28)

C). O dia da ira é o dia da
revelação do justo juízo de Deus, do juízo que se há de realizar um dia
(Rm 2.5). Na maioria dos casos se pensa em juízo vindouro (Rm 9.22), não
obstante Rm 13.4, fala do juízo que se realiza permanentemente, através
do governo do Estado, e quando os cristão é admoestado à obediência
cidadã não somente por causa da ira, mas também por causa do julgamento
divino (Rm 2.5).

3. A GRAÇA DE DEUS COMO UM ATO

A). A
graça de Deus, não é uma maneira de proceder, para a qual Deus se
decidiu agora, e sim um ato único que se torna ativo para todo aquele
que a conhece como tal e a reconhece na fé.

B). A graça de Deus é
o ato clemente, pela qual os seres humanos são justificados (Rm 3.24);

C).
Este ato consiste no fato de que Deus entregou Cristo à morte, e isso
como sacrifício expiatório pelos pecados dos seres humanos (Rm 8.22).

D).
O evento da graça consiste portanto,

· na ação de Deus,
que “entregou” seu Filho “por nós” (Rm 8.22),
· na
“obediência” do filho, que “se entregou po mim” (Gl 2.20), e foi
“obediente até a morte” (Fp 2.8).
E). Assim como a queda de Adão
trouxe a morte para os seres humanos, assim o evento da obediência de
Cristo trouxe a vida, e a graça consiste justamente neste evento, que,
na medida em que vem em benefício dos seres humanos, também pode ser
chamada de dom da graça (Rm 5.15)

F). Podemos acentuar neste
evento da graça, ora o ato de Deus ou de ora o ato de Cristo, desde que
compreendemos que se trata do mesmo ato, do mesmo presente. Vejamos:

·
2 Co 6.1: “a graça de Deus” – Paulo está falando do ato de
Deus, que é ao mesmo tempo ato de Cristo, como era descrito em 2 Co
5.14;
· 1 Co 2.12: “as coisas que Deus nos tem dado
gratuitamente” – Paulo designa a ação salvífica de Deus, ele lembra o
acontecimento salvífico como o feito de Cristo em 2 Co 8.9, no que,
naturalmente, tem em mente tudo o que é dito em Fp 2.6-8
· Gl
2.21: “Não anulo a graça de Deus” – Paulo mostra que o ato da graça de
Deus consiste justamente no feito de Cristo descrito em Gl 2.20 “que me
amou e se entregou por mim”.

4. A GRAÇA DE DEUS COMO UM EVENTO
ESCATOLÓGICO E COMO UM PODER QUE SE OPÕE AO PODER DO PECADO

A).
Como evento escatológico decisivo, este ato, como o qual irrompeu o
tempo salvífico (2 Co 6.1);

B). Como um poder que se opõe ao
poder do pecado e que substitui seu regime (Rm 5.20)

C). O
sentido da graça aproxima-se quase do sentido de Espírito. E por isso
também a nova situação para a qual foram transportados os crentes que
receberam o “pneuma” (Gl 4.6), pode ser designada como graça, como a
esfera de domínio do ato divino. Neste sentido:

· O
crente é “chamado para a graça” (Gl 1.6);
· E nela adquiriu
seu “status” (Rm 5.2);

D). Paulo entendia a graça como um atuar
ou agir clemente de Deus, que é percebido pelo ser humano como presente,

·
dom do apostolado a ele confiado, pode chamar de graça (Rm 1.5;
12.3; 15.15; 1 Co 3.10; Gl 2.9)
· o agir de Deus nele é pela
graça (Gl 2.8; Rm 15.18);
· a prática do dever do amor
cristão é uma dádiva de Deus (2 Co 8.1,4; 2 Co 9.8);
· dons
especiais que o cristão recebe chama-se dons da graça (Rm 12.6; 1 Co
7.7;
· a poderosa atuação de Deus procede da graça (1 Co
12.6);
· a graça de Deus é que determina a vida do indivíduo (
1 Co 15.10; 2 Co 1.12; 12.9).

5. A GRAÇA E O AMOR DE DEUS

A).
Talvez na expressão “ ágape” haja mais ênfase na mentalidade do amor do
que m graça, mas em todo caso, fala-se do amor contanto que ele se
mostre no ato, no evento (Rm 5.8)

B). “Ágape” também significa
mentalidade de amor, mas fala-se dela na medida em que Deus a
“demonstra”, a saber, pelo fato de ter entregue Cristo à morte por nós,
neste sentido também deve ser entendido Rm 5.5. Por meio do Espírito
Santo se torna certo e efetivo para nós o ato de amor de Deus, que Rm
5.6, havia descrito como ato de Cristo.

C). A pergunta de Rm
8.35: “quem poderá nos separar do amor de Cristo?”, remete ao evento
salvífico da morte e da ressurreição de Cristo, mencionado em Rm 8.34,
como o qual ele se entregou à morte (Rm 8.35; Gl 2.20). E a unidade do
ato de Deus e de Cristo se expressa na locução de que nada nos pode
separar do “amor de Deus em Jesus Cristo, nosso Senhor”, isto é, da
salvação que Deus realiza por meio de Cristo (Rm 8.39).

*Citação
direta de, BULTMANN, Rudolf – Teologia do Novo Testamento – pg. 353 –
358 – Teológica – 2004

Falando sobre YouTube – ” POR ONDE ANDEI ” Nando Reis

23 fev

Uma homenagem à minha anja; a você Rozana, minha eterna e amada esposa, sei que tudo que te dei foi muito pouco ou quase nada, mas sem você a minha vida é sem cor! te amo Anja_Arcanja

YouTube – " POR ONDE ANDEI " Nando Reis
 

DEUS MUDOU DE ENDEREÇO? (Por Pr. Alberto Maciel Carneiro)

20 fev

DEUS MUDOU DE ENDEREÇO?

DEUS MUDOU DE
ENDEREÇO?

Os capítulos 5,6 e 7
de Mateus fala da mensagem de Jesus no sermão do monte. Os ensinamentos
do sermão do monte são repetidos para a Igreja de hoje nas epístolas do
Novo Testamento. No capítulo 6 o Senhor Jesus nos apresenta algumas
instruções com respeito à oração: devemos orar em particular antes de
orar em público; devemos orar com sinceridade, devemos orar de acordo
com a vontade de Deus e devemos orar com espírito de perdão.   

O propósito da oração é glorificar o nome de Deus e pedir ajuda
para realizar sua vontade na Terra. Essa oração não começa com nossos
interesses pessoais, mas sim com os interesses de Deus: o nome de Deus,
seu reino e sua vontade.

O único problema é sabermos "onde está Deus?" para que possamos
ter esse encontro e assim realizamos nossas petições. O acesso a Deus
como “Pai” só é possível por meio de Cristo:
“Ninguém vem ao Pai, senão por mim”, disse Jesus dirige-se (Jo 14.6). Isso
também aponta o caminho para a filiação a Deus para todos os
cristãos. Deus como Pai de todos os cristãos é o complemento de sua
paternidade a ser mencionada aqui. O Senhor é Pai de todos o que tem fé
em Cristo.

Jesus Cristo mostrou o Pai ao mundo: “não crês tu que eu estou no Pai, e que o
Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo.
Antes, é o Pai que está em mim quem faz as obras”
(Jo 14.10).

Mas
a pergunta ainda perpetua onde está o pai que Jesus disse na oração do
Pai nosso. Ele afirmou que 
 “Que
estás no céu”!
 

Vejamos:    

 

·         No
Velho Testamento Deus se apresenta com uma habitação no Céu;

 

·         Mateus
quando faz sua narrativa no sermão do monte apresenta um Jesus para os
judeus. Ou seja ele escreve direcionado para os judeus.

  ·        
Em João 14 Jesus disse: “Não se turbe o vosso coração; credes em
Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se
assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar lugar.”

  o   Onde
Jesus foi preparar lugar
?

o   Ele
foi edificar uma casa, a qual é composta de 5 pilares?

§ 
A Cruz;

§ 
A Morte;

§ 
A Ressurreição;

§ 
A Ascensão;

§ 
A Vinda do Espírito Santo.

 

o   Deus
Mudou de Endereço, não está mais no céu.

 

o   Com
esses 5 pilares o Senhor Jesus Edificou morada em nós.

 

o   Deus
mudou de endereço agora ele habita em nós. Não mais no céu, mas em nós.
Não está mais lá, mas aqui e agora, e principalmente em nós.
  

 (extraído do blog http://pastoralberto.zip.net/

LANÇA O TEU PÃO SOBRE AS AGUAS

13 fev

O Espelho – Uma História de Amor

Renato viu uma senhora com o carro parado no acostamento. Chovia forte e era noite. Percebendo que ela precisava de ajuda e estava com medo, parou e aproximou-se dizendo: “Vou te ajudar, não se preocupe. Pode esperar no carro, onde está quente. Meu nome é Renato”.

Era apenas um pneu furado, mas, para a idosa senhora, era ruim o bastante. Enquanto Renato terminava de apertar as porcas, ela abriu a janela e puxou conversa. Disse que estava de passagem e que não sabia como agradecer. Perguntou quanto devia, mas Renato não pensava em dinheiro. Queria simplesmente ajudar. E respondeu: “Se quiser me pagar, ao encontrar alguém que precise, ajude.”

Quilômetros adiante, a senhora entrou em um restaurante. A garçonete trouxe-lhe uma toalha para secar o cabelo, com um doce sorriso. Ela estava com quase oito meses de gravidez, mas não deixou as dores e o desconforto mudarem a sua atitude. Nesse momento, a senhora lembrou-se de Renato. Após a refeição, enquanto a garçonete buscava o troco, a senhora saiu. Ao voltar, a garçonete notou apenas um guardanapo com algo escrito, junto com quatro notas de cem reais. Chorou ao ler: “Você não me deve nada, já atenho o bastante. Alguém me ajudou hoje e, da mesma forma, estou lhe ajudando. Se quiser me reembolsar, não deixe este círculo de amor terminar, ajude alguém”.

À noite, a garçonete foi para a casa cansada e deitou-se. Seu marido já dormia; ela pensou no dinheiro e no bilhete. Como aquela senhora soube o quanto eles precisavam daquele dinheiro? Com o bebê para nascer, estava difícil! Sorriu, agradeceu a Deus, virou-se para o marido, deu-lhe um beijo macio e sussurrou: “Tudo ficará bem! Eu amo você, Renato!”

A vida é assim: UM ESPELHO! Tudo o que você transmite volta para você.

“Lança o teu pão sobre as águas, porque ao cabo de dias ele voltará para ti.”

O NOME DE JESUS

12 fev

O NOME DE JESUS

(Texto: João. 1:1-3/ 8: 58)

 

*introdução:

Jesus Cristo é o grande tema da Bíblia. Ele
aparece em todos os livros da Bíblia: em Gênesis, a semente da mulher; em
Êxodo, o cordeiro pascal; em Levítico, o sacrifício expiatório; em Números, a
rocha ferida; em Deuteronômio, o profeta que havia de vir; em Josué, o capitão
(príncipe) do exército do Senhor; em Juízes, o grande libertador; em Ruthe, o
parente celestial; em Reis e Crônicas, o rei prometido; em Esdras, o
restaurador do Templo; em Neemias, o restaurador da nação; em Ester, o advogado
propiciador; em Jó, o redentor; em Salmos a satisfação para a alma; em
Provérbios, o modelo para a alma; em Eclesiastes, o alvo para a alma ansiosa;
em Cantares, o amado da alma; nos profetas, o príncipe da paz que virá; nos
evangelhos, o salvador; em Atos, o Cristo ressurreto; nas epístolas, o Cristo
entronizado; e no Apocalipse, o Cristo vitorioso, glorificado.

*exposição

1)       Os
cinco principais nomes de Cristo:

        

Na Bíblia, o nome de uma pessoa sempre revela o
seu caráter; por meio dos nomes, a bíblia revela a identidade de Jesus. Vejamos
os cinco principais:

1.1) CRISTO

O nome Cristo significa o ungido. É o nome
oficial do messias. No antigo testamento, os reis e sacerdotes eram ungidos,
simbolizando a capacitação e autoridade do Espírito Santo. Berkhof afirma que a
unção visível significava:

a) Designação para um ofício.

b) Estabelecimento de uma relação sagrada e o
resultante caráter sacrossanto da pessoa ungida. (1sm24:6/26:9/2sm1:14)

c) Comunicação do Espírito ao ungido.
(1sm16:13)

Jesus Cristo é o ungido do Senhor para o
cumprimento de uma grande tarefa: a salvação do pecador. (Lc 4:16-21).

1.2)JESUS

A palavra Jesus significa Salvador. A escolha
desse nome foi uma determinação Divina. (Mt 1:21). O nome de Jesus indica sua
missão salvadora.

1.3)SENHOR

O nome Senhor é o título de exaltação da pessoa
de Jesus. Ele é o senhor, isto é, ele é Deus com toda autoridade e poder. (At
2:36) Jesus é o Senhor exaltado, é o Rei vitorioso(Fp 2:9-11/Ap 19:1).

1.4)FILHO DE DEUS

O nome filho de Deus indica a Divindade de Jesus,
e a sua relação familiar com Deus pai. (Mt 11:27)Berkhof diz que o termo Filho
de DEUS se aplica a Jesus em quatro sentidos diferentes:

1-no sentido messiânico-(Mt 3:17)

2-no sentido trinitário-(Mt 16:16)

3-no sentido natalício-(Lc1: 35)

4-no sentido ético religioso-(Mt 17:24-27)

1.5) FILHO DO HOMEM

O nome Filho do homem foi a maneira mais comum
de Jesus tratar-se a si próprio, a fim de descrever sua humanidade, (Mc
2:27-28),sua Divindade (Jo 3 ;13), a sua obra redentora (Mt 17:22), sua segunda
vinda (Mc 8 :38). A origem do termo está no antigo testamento (Sl 8:4/Dn 7:13),
Profeticamente indicando Jesus como homem perfeito (Hb 2:5-18)

2)      OS NOMES DE JESUS NO EVANGELHO
DE JOÃO (João 8:58)

 

Este versículo além de reafirmar a divindade, a
preexistência e a eternidade de Cristo em contraste com a criatura,
apresenta-nos um dos nomes de Jesus:

*EU SOU o pão da vida (Jo 6:35,41,48,51)

*EU SOU a luz do mundo (Jo 8:12/9:5).

*EU SOU a porta do redil (Jo 10:7).

*EU SOU o bom pastor (Jo 10:11,14)

*EU SOU a ressurreição e a vida (Jo 11:25).

*EU SOU o caminho a verdade e a vida (Jo 14:6).

*EU SOU a videira verdadeira ( Jo 15:1,5).

Outro ponto interessante é a metáfora do
tabernáculo. Habitar significa armar tenda (Jo 1:14), assim como DEUS no meio
de Israel através do tabernáculo, ele habita em nós e no nosso meio através de
Jesus. Cada detalhe do tabernáculo aponta para CRISTO:

*O tabernáculo (Ex 25:8, 9,40/JO 1:14)JESUS é
DEUS conosco.

*A cortina do átrio (Ex 27:9-12/Jo 3:14,15/2Cor
5:17)JESUS a humanidade perfeita.

*A porta (Ex 27:13-16/Jo 10:9) JESUS o caminho
para DEUS.

*O altar de bronze (Ex 27:1-8/Jo 3:16) JESUS o
sacrifício perfeito.

*A pia de bronze (Ex 30:17-21,38:8/Jo
4:10,7:37,38,13:4-11) JESUS a água viva.

*A tenda da congregação (Ex 26:1-37, 36:20-38/Jo
1:14) JESUS o tabernáculo perfeito.

*A mesa dos pães (Ex 25: 23-30, 37:10-16/Jo 6:29,35,47,51)
JESUS o pão da vida.

*O candelabro de ouro (Ex 25:31-40/JO
1:1-5,3:19-21,8:12) JESUS a luz do mundo.

*O altar do incenso (Ex 30:1-10Jo 17) JESUS o
nosso intercessor.

*O véu e o santo dos santos (Ex 26:31-37/Hb
10:19-23) a encarnação de CRISTO e o lar celestial.

*A arca e o propiciatório (Ex 25: 10-16/Jo
1:29/Rm 3:24-26) JESUS o rei entronizado.

*conclusão

O nome de JESUS revela a sua pessoa, natureza,
caráter e atitudes. Não há nome que supere o de JESUS. Por causa da sua
humilhação, encarnação e morte, DEUS exaltou o nome de JESUS (Fp 2:9-11).

*Aplicação

Enfim, o que significa o nome de JESUS para
mim? Tenho crido que há poder neste nome? JESUS… Habita em meu coração, ou
apenas em minha mente? Conhecimento sem experiência real com JESUS, é falácia e
vã filosofia. JESUS, O CRISTO, O NOME SOBRE TODO NOME. Temos conhecido, crido e
experimentado de JESUS? Temos vivido JESUS?

Vivamos o dia de hoje como se cristo
voltasse amanhã
!”

AndersonMineiro70

 

REDESCOBRINDO CRISTO NO CAMINHO DE NOSSA ESPIRITUALIDADE (pr. pedro rocha)

8 fev

REDESCOBRINDO
CRISTO NO CAMINHO DE NOSSA ESPIRITUALIDADE

Em Lucas 24.28-31 lemos: “E chegaram à aldeia para onde iam, e ele fez
como quem ia para mais longe.E eles o constrangeram, dizendo: Fica
conosco, porque já é tarde, e já declinou o dia. E entrou para ficar com
eles.
E aconteceu que, estando com eles à mesa, tomando o pão, o
abençoou e partiu-o, e lho deu.Abriram-se-lhes então os olhos, e o
conheceram, e ele desapareceu-lhes”

Os discípulos estavam
caminhando pelo caminho de Emaús. O que este caminho significa para nós
hoje?

O caminho para Emaús significa nossa caminhada espiritual;
Os
discípulos representam, eu, você a igreja;
O dia, a tarde, a noite
que se aproxima representa a variedade de nossas experiências dentro de
nossa espiritualidade.

O CAMINHO DE EMAÚS PARA OS DISCÍPULOS

Os
discípulos de Jesus haviam experimentado de sua presença, participaram
da comunhão com os apóstolos, viram e ouviram coisas maravilhosas;
Caminharam
até a cruz e viram Cristo morrer e com ele morreram seus sonhos,
esperanças e projetos;
O sepulcro lacrado, lacrou suas expectativas
em relação ao Reino de Deus; para eles terminou a fase das promessas,
vitórias e bênção que viram e receberam;
Só lhes restavam agora pegar
o caminho de Emaús, que passou a significar:

Uma nova tentativa
de viver e encarar a vida. Era uma tentativa de recomeçar;
Um
afastamento do lugar da ressurreição;
Um distanciamento do lugar da
vida.

O CAMINHO DE EMAÚS PARA CRISTO

Para Cristo este
caminho era uma forma, um instrumento para que seus discípulos pudessem
redescobri-lo;
Como Cristo lidou com eles nesta caminhada?

Jesus
aproximou-se deles (v.15) – Não há caminho suficiente para nos afastar
da proximidade de Cristo. Ele sempre fica perto.
Jesus ia com eles
(v.15) – Não foi uma aproximação momentânea, um arrepio, uma sensação.
Ele passou a caminhar com eles.
Jesus lhes falava (v.25) – Não há
afastamento por maior que seja, nem coração endurecido, por mais duro
que seja, nem olhos fechados, por mais cerrado que estejam, que resista
seu falar. Quando ele fala os corações ardem!
Jesus lhes deu a
oportunidade de convidá-lo para entrar (v. 28) – Ele não toca trombeta
para dizer que está conosco e que devemos lhe convidar para entrar. Ele
usa na maioria das vezes o gesto simples do ‘como que ia para longe’.

A
REDESCOBERTA

A redescoberta se dá mediante a iniciativa de
Cristo. É ele que se aproxima, caminha conosco, nos fala e nos dá a
oportunidade de convidá-lo para entrar e manifestar a sua presença, com o
intuito da redescoberta;
A redescoberta nem sempre se dá em lugares
previsíveis (templo, culto, retiros, encontros), ele se dá na caminhada,
cada um a experimenta a sua maneira;
A redescoberta se dá quando:

Chegamos
no final do caminho de Emaús – aquele momento que achamos que não temos
mais para onde ir;
Quando nossos pés cansam e nossa alma anela pelo
repouso – momento da entrega;
Quando nosso dia se declina e nossa
noite se aproxima – tempo em que percebemos que não podemos mas nos
guiar pelo caminho, a menos que tenhamos a luz da vida.

Toda
redescoberta gera um retorno (eles voltaram pelo mesmo caminho mas com
uma nova mentalidade), a caminhada não muda, a mentalidade na caminhada é
que muda.
Toda redescoberta gera um desejo de anunciar o que vimos,
vemos e ouvimos. O serviço cristão é reativado na vida da igreja que
redescobre Cristo em sua caminhada.

(extraido do blog conversa teológica)