Arquivo | agosto, 2010

DISLEXIA-DDA-TDDA-HIPERATIVIDADE E HIPOATIVIDADE SAIBA O QUE É!

31 ago

DISLEXIA-DDA-TDDA-HIPERATIVIDADE E HIPOATIDADE SAIBA O QUE É!

TDAH (DDA) e Hiperatividade causam dificuldades de atenção, memória, foco, agitação em adultos e crianças

Muitas crianças e adultos são criticados por falta de atenção, hiperatividade, impulsividade… Há também queixas por não fazer as coisas até o final, deixar tudo largado e pela metade… É comum tentar explicar a desatenção, hiperatividade, agitação, impulsividade como traços de personalidade, irresponsabilidade ou falta de interesse. 

Quando a falta de atenção, hiperatividade, agitação, descuido ou adiamento crônico são muito intensos, é possível ser um caso de TDAH (DDA) – Transtorno de Déficit de Atenção / Hiperatividade. Nesta situação, vale a pena procurar um especialista em TDAH (DDA), hiperatividade e co-morbidades.  Mais sobre TDAH (DDA) Hiperatividade (THDA), Déficit de Atenção…


Hiperatividade – O maior desafio em crianças com THDA    

O que é hiperatividade? Um certo grau de agitação física – hiperatividade – é normal em crianças. A criança hiperativa pode ser ser portadora de TDAH. Como destaca Cacilda Amorim, diretora do IPDA -Instituto Paulista de Déficit de Atenção – é sempre desafiador “ter “um menino hiperativo em casa”. 

Porém, nem toda forma de agitação infantil quer dizer que ela tem o transtorno. Há vários outros problemas que podem mimetizar os sintomas do TDAH, entre eles a hiperatividade ou a desatenção. Deve-se evitar rótulos, como “criança hiperativa”, pois podem levar à discriminação e prejuízos de longo prazo. Mais sobre hiperatividade, criança hiperativa, bebê hiperativo… 


TDAH em adultos – Prejuízos no trabalho

Devido ao TDAH, pessoas talentosas deixam de desenvolver todas as suas capacidades devidos a erros por desatenção. Ações impulsivas levam a consequencias indesejadas e a agitação mental impede descansar, recuperar as forças, podendo levar à exaustão.

Desatenção, problemas com memória, falta de organização, dificuldades em levar tarefas e projetos até o final… Estas são queixas comuns, na área profissional ou acadêmica.

Para as crianças, os prejuízos maiores do TDAH -Transtorno de Déficit de Atenção – estão na área escolar e no controle da agitação motora (hiperatividade) e na impulsividade excessiva. Em adultos, as áreas mais comprometidas tem relação com a vida profissional. Mais…


Para que tantas siglas?

TDAH, DDA, TDA, TDHA, TDAHI, DDAH  – são muitas siglas, que causam confusão. T ou D referem-se sempre a Transtorno ou Distúrbio – TDAH ou DDAH. A  hiperatividade (H) pode ou não estar presente, o que se reflete também nas siglas usadas. O mesmo vale para a impulsividade (I). 

Algumas pessoas chamam, erroneamente, a hiperatividade de iperatividade ou imperatividade. Mais sobre as siglas TDAH, DDA, TDA, TDHA, TDAHI, DDAH Déficit de Atenção, Hiperatividade…

MAIORES DETALHES:
http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/

SAMUEL MATHEUS MEU FILHO AMADO

30 ago

SAMUEL MATHEUS MEU FILHO AMADO


            SAMUEL MATHEUS MEU FILHO AMADO



Sonhei, desejei, ambicionei ter você,
Amei desde o primeiro momento,
Mas algo em nosso caminho…
Um torpe caminho trilhei e você?
Estático observou e guardou em sua alma.
Linda criança minha, lindo sonho do papai…

Minh’ alma anda angustiada, agoniada, mas
Ainda que você não me veja como dantes,
Terás de volta o brilho que tinha nos olhos ao me ver chegar
Há meu amado filho, sou teu pai, és meu filho.
Em ti eu encontro forças para prosseguir e vencer, te honrar.
Um dia que está mais próximo que imaginamos, vamos nos olhar,
Simplesmente… Sem palavras, e vamos nos abraçar… Simplesmente.

Meu amado, meu pedaço, minha criança perdida num mundo só seu.
Eu vou aí… Vou ao seu mundo te buscar, resgatar seus sonhos e os meus.
Uma oração faço ao meu DEUS: manda seu Anjo cuidar de seu filho,

Filho que é meu, mas antes, é Teu. Pelo preço que teu Filho por ele pagou,
Inda que me custe à vida, mas quero meu filho feliz.
Lembro-me saudoso dos tempos de outrora… Pai e filho a brincar,
Havia coisa melhor pra você e pra mim? Não!
Outro sonho fui buscar num pesadelo se tornou.

Agora nas madrugadas pensando em você volto a sonhar
M eu amado, meu pedaço, minha criança perdida num mundo só seu.
Ainda que você não me veja como "Dante" (e verás),
Deste seu mundo vou contigo participar. Vou enfim te resgatar.
Olhando pra você com eterno amor, vou dizer: Vem pros braços do papai!


Para meu primogênito Samuel Matheus Ferreira de Sousa
           
            Anderson Luiz de Souza

ROZANA A ESPOSA A MÃE

24 ago

ROZANA A ESPOSA A MÃE

ROZANA A ESPOSA A MÃE

Revela-nos com sublime maestria, sua força de mulher-anja,
Obediência singular e impar ao eterno, ao YHWH.
Zomba de quando em quando, de nós homens, que nos rendemos
Aos seus encantos de mulher, carícias de anja, poder de Arcanja.
Na nudez de teu corpo e de tua alma, me perco e me reencontro.
Amamo-nos, entregamo-nos, somos um.
Ainda que só, tua imagem de mulher-anja segue-me na mente e na alma.
Então reconheço, sou homem, nada mais. Quanto a você Que direi?
Singela anja, poderosa Arcanja, nos parece imortal… Bat Zion!
Para o pecado nos convida seu olhar, sua boca, sua excitação…
Olhos? Só para ti. E quanto aos seus? Sempre com desejo a me consumir.
Sou teu minha anja, eternamente teu. És minha e pra sempre minha.
Ainda que só, tua imagem de mulher-anja segue-me na mente e na alma.
Agora veja só como uma anja é como mãe:
Mulher sábia, dedicada, carinhosa e sempre atenta.
Amorosa aos seus filhos e de todos que gosta e ama cuida.
Especial és pra todos nós, para mim ímpar, minha esposa, nossa anja.

                Anderson Luiz de Souza

            

A FORÇA DO PECADO

23 ago

A força do Pecado Aug 23, ’10 3:49 PM
para todos

Lições Bíblicas – Introdução à Teologia
Escrito por Crispim   
Dom, 23 de Maio de 2010 10:37

A força do pecado é proveniente da lei de Moisés? Deus permitiu que o homem pecasse? Como o homem alcançou liberdade? Em qual mandamento de Deus o pecado achou ocasião e matou o homem? Estas e outras perguntas serão respondidas neste artigo. 

"Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei" ( 1Co 15:56 Tooltip )

A força do pecado reside na lei de Moisés?

Muito antes de Moisés entregar a lei ao povo de Israel o pecado já exercia o seu domínio no mundo “Pois antes da lei estava o pecado no mundo…” ( Rm 5:13 Tooltip ), e a morte já reinava desde Adão ( Rm 5:14 Tooltip ). Tais afirmações demonstram que não é a lei de Moisés que é a força do pecado, pois mesmo sem a lei mosaica o pecado prendia o homem à morte.

Se a lei de Moisés não é o que concede força ao pecado, de qual lei o apóstolo Paulo fez alusão? Qual lei constitui-se a força do pecado?

A resposta encontra-se no livro do Gênesis: “E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” ( Gn 2:16 Tooltip -17).

Quando Deus concedeu a sua ordenança (mandamento) a Adão, assim o fez para preservar-lhe a vida, ou seja, a comunhão de Adão com Deus. O mandamento foi dado para vida, porém, o que era santo, justo e bom tornou-se morte, visto que o pecado achou ocasião na ordenança, e por ele matou o homem.

Qual a força da ordenança? A força da ordenança decorre da soberania de Deus, que a constituiu, e, por conseguinte, a ordenança é santa, justa e boa, pois é uma expressão da natureza de Deus.

Na ordenança havia uma pena (conseqüência) pré-estabelecida: ‘… certamente morrerás’, e na morte, que é um aguilhão, ou a pena prevista, o pecado prendeu todos os homens, sujeitando-os por toda existência a servi-lo ( Hb 2:15 Tooltip ).

O pecado refere-se a uma condição pertinente a humanidade após a ofensa de Adão. Esta condição é resultado de uma pena imposta após uma condenação: alienação da glória de Deus, separados da vida que há em Deus, portanto, mortos ( Rm 5:18 Tooltip ).

O que prende o homem à condição denominada pecado é a morte, a pena prevista pela ordenança de Deus, e através da ordenança que era para vida o pecado ‘achou’ ocasião (meio, modo) e matou o homem.

Qual o objetivo da ordenança dada por Deus no Éden?

  1. Preservar a relação que o homem possuía com Deus (vida, luz, verdade, justiça, santidade, etc.);
  2. Estabelecer e conscientizar o homem da total liberdade que possuía “De toda a árvore do jardim comerás livremente…” ( Gn 2:16 Tooltip );
  3. Não deixar o homem desavisado (inocente) do risco que o cercava "O avisado vê o mal e esconde-se; mas os simples passam e sofrem a pena" ( Pr 27:12 );
  4. O alerta ‘dela não comerás’ demonstra uma relação de confiança, que preservaria a condição do homem.

A ordenança dada por Deus era santa, justa e boa, porém, o pecado mostrou-se excessivamente maligno, pois encontrou ocasião na ordenança que era para vida, e através da ordenança matou o homem ( Rm 7:13 Tooltip ).

A força do pecado é anterior a lei de Moisés, pois antes da lei mosaica a morte já reinava em decorrência da ofensa de Adão ( 1Co 15:22 Tooltip ).

Adão não precisava realizar obra alguma para cumprir a ordenança, antes bastava confiar em Deus, porém Adão não confiou (descansou) e desobedeceu ao Criador.

Adão não tinha qualquer obrigação, e podia comer livremente de todas as árvores do jardim, inclusive das duas árvores plantadas no meio do jardim: a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal. Mesmo com o alerta acerca da conseqüência quanto ao comer do fruto do conhecimento do bem e do mal, Adão não preferiu a ordenança que era para a vida e comeu do fruto do conhecimento do bem e do mal.

O aguilhão do pecado não é proveniente da lei de Moisés, antes é proveniente da lei que causou a alienação de Deus.  Por causa da lei santa justa e boa que diz: ‘… certamente morrerás’ ( Gn 2:17 Tooltip ), o pecado encontrou ocasião na força da lei, e por ela aprisionou o homem ( 1Co 15:56Tooltip ).

Qual a força do pecado? A irrevogabilidade da lei tornou-se a força do pecado.

Através da ordenança que diz: ‘… certamente morrerás’ ( Gn 2:17 Tooltip ), por causa da transgressão de Adão o pecado encontrou a força necessária para aprisionar o homem. Sem o mandamento não existiria para o homem a possibilidade de alienação de Deus, ou seja, o pecado estaria morto ( Rm 7:8 Tooltip ).

O mandamento de Deus foi dado para preservar o homem em comunhão com a Vida, porém, após dar ‘ouvido’ à serpente, o homem ‘achou’ que o mandamento era para a morte, pois entendeu que ainda não estava pleno de Deus ( Rm 7:10  Tooltip ; Gn 3:5 Tooltip ).

O homem entendeu que não ter o conhecimento do bem e do mal era o mesmo que não ter a plenitude de Deus, porém, plenitude é estar em comunhão com Deus.

Pela lei santa justa e boa, que visava preservar a comunhão do homem com Deus, o pecado achou ocasião, mostrando-se excessivamente maligno, pois pelo bem (lei) encontrou a força necessária para alienar o homem de Deus, e, assim, enganou e matou o homem ( Rm 7:11 Tooltip).

O homem perdeu a comunhão, a glória, a vida e a liberdade! Por natureza o homem passou a ser filho da ira e da desobediência, alienado de Deus e escravo do pecado ( Ef 2:2  Tooltip -3 ). A condição de Adão passou a todos os seus descendentes. A morte veio por um homem e todos os homens morreram em Adão ( 1Co 15:21 Tooltip -22). Um pecou, todos os seus descendentes pecaram ( Rm 5:16 Tooltip ).

Um cético pode perguntar: se Deus sabia que o pecado operaria a morte através do mandamento santo, justo e bom, porque concedeu indiretamente ocasião ao pecado ao estabelecer o mandamento? Porque somente através do mandamento se estabelece a liberdade. Se não houvesse o mandamento não haveria liberdade.

Quando Deus instituiu a perfeita ordenança, a da liberdade, dizendo: “De toda a árvore do jardim comerás livremente…” ( Gn 2:16 Tooltip ), somente com a ressalva a liberdade se estabeleceu: “… mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” ( Gn 2:16 Tooltip ).

Deus estabeleceu plena liberdade, e o diabo enfatizou proibição total: “É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?” ( Gn 3:1 Tooltip ). Deus é o autor da liberdade ( 2Co3 :17 ), mas o diabo promoveu a alienação de Deus.

O apóstolo Paulo descreve a condição do homem destituído da gloria de Deus (pecado) como morto em delitos e pecados ( Ef 2:1  Tooltip ; Cl 2:13  Tooltip ). O homem não dispõe de meios para livrar-se por si mesmo da condição herdada de Adão, o que o torna comparável a um escravo.

Diante deste quadro horrendo, condição em pecado, apareceu a benignidade de Deus para com todos os homens ( Tt 3:4  Tooltip ). Por ser riquíssimo em misericórdia, mesmo os homens estando mortos em delitos, anunciou: "Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá…” ( Is 55:3  Tooltip ; Ef 2:5  Tooltip ).

Adão morreu por não dar ouvidos (obedecer) à palavra do Senhor. Não deu crédito à palavra do Senhor, mas acatou as palavras do pai da mentira, pois desobedeceu ao mandamento que lhe era para vida.

São diferentes: o mandamento que Deus deu no Éden, onde o pecado obteve força, e a lei de Moisés, que somente serviu de ‘aio’ para conduzir o homem a Cristo. Enquanto a ordenança no Éden era para preservar a vida, a ordenança entregue por Moisés continha uma maldição para quem não a cumprisse “Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las (…) O que fizer estas coisas, por elas viverá” ( Gl 3:10 Tooltip -12).

Nas cartas do apóstolo Paulo há referencia as duas leis, sendo necessário fazer distinção entre elas para não ocorrer equívocos quando se interpreta a bíblica.

Por exemplo: considerar que a lei de Moisés é o que concede força ao pecado dá margem a entender que o pecado restringe-se às ações ou omissões equivocadas dos homens, o que nega ambos: a força e o aguilhão do pecado, provenientes da desobediência de Adão.

Daí surge o entendimento que a força do pecado está nas negativas da lei de Moisés, por exemplo: não matarás, não furtarás, não roubarás, não dirás falso testemunho, etc., o que promoverá um entendimento meramente legalista e formalista no combate ao pecado. Tal compreensão não exclui a força do pecado através da morte do pecador com Cristo, antes promoverá um evangelho pautado em questões comportamentais, tais como: formalismo, legalismo, moralismo, etc.

Quando se compreende de modo correto qual ‘lei’ concede força ao pecado, o interprete enfatizará a crença na mensagem do evangelho, uma vez que compreenderá porque é necessário ao homem nascer de novo.

Como o homem morreu porque não deu crédito a ordenança que era para vida, somente através da fé na palavra de Deus o homem viverá ( Mt 4:4 Tooltip ). O aguilhão do pecado (morte) só é ‘quebrado’ quando o homem morre com Cristo, pois após morrer, e ser sepultado, ressurge em uma nova criatura, criada segundo o poder de Deus, em verdadeira justiça e santidade.

Vale destacar que, na primeira carta aos Coríntios, todas as vezes que o apóstolo Paulo fez referencia à lei de Moisés, o fez em um contexto que não é possível desvincular a palavra ‘lei’ do povo judeu, ou do seu preceptor, Moisés ( 1Co 9:8 Tooltip ; 1Co 9:9 Tooltip ; 1Co 9:20 Tooltip ; 1Co 9:21 Tooltip ; 1Co 14:21 Tooltip ; 1Co 14:34 Tooltip ).

Com relação ao verso em tela, não temos uma referência explicita à lei de Moisés, e aliado a isto, o capítulo 15 da primeira carta aos Coríntios trata de questões próprias ao Éden, do primeiro Adão e do último Adão, que é Cristo, o que vincula a palavra ‘lei’ a questões próprias do Éden.

Portanto, o que prende o homem ao pecado é a morte, condição proveniente da ofensa de Adão e que estava prevista na ordenança de Deus. Já a força do pecado reside na ordenança irrevogável:“… certamente morrerás” ( Gn 2:17 Tooltip ).

Através da mesma lei que estabeleceu plena liberdade o pecado operou a morte, mostrando-se excessivamente maligno, pois através do bom operou a morte ( Rm 7:13 Tooltip ). Ou seja, a ordenança concedida no Éden não estava permitindo que o homem pecasse, antes estava instituindo a liberdade.

 

Perguntas e respostas:

1) A força do pecado é proveniente da lei de Moisés? Não! É proveniente da ordenança que foi dada ao homem no Éden.

2) Deus permitiu que o homem pecasse? Não! Através da ordenança demonstrou quão plena era a liberdade que o homem possuía.

3) Como o homem alcançou liberdade? Através da ordenança, pois sem a ordenança não haveria liberdade.

4) Em qual mandamento de Deus o pecado achou ocasião e matou o homem? Na ordenança registrada em Gn 2:17 Tooltip .

5) Através de qual elemento o pecado aprisiona o homem? Através da morte ( Hb 2:15 Tooltip ).

6) Por que a ordenança de Deus constituiu-se na força do pecado? Porque a ordenança é irrevogável, e o pecado achou ocasião na irrevogabilidade da lei. 

THAMIRES ETERNAMENTE

23 ago

THAMIRES ETERNAMENTE

THAMIRES ETERNAMENTE
Tento nestes versos descrever uma menina anja… Uma mulher.
Habita nela um sonho, um desejo… O de poder amar livremente.
Amor e sonho em perfeita sintonia. Um indelével desejo…
Menina doce e inocente… Desejo de mulher…
Inocente mente de menina, no peito bate um coração de mulher.
Reluz em seus olhos a infinita beleza dos céus,
Em seu rosto brilha um intenso desejo de viver
Sonhando tal qual uma menina, querendo amar como mulher.
Esperando e desejando seu príncipe para desperta-la de seu sono, seu sonho.
Trazendo consigo o verdadeiro amor tão sonhado…
Espere menina, espere mulher… Ele virá.
Rasgando o véu que os separa, ele virá… Com espada e escudo, ele virá.
Na nudez de tuas almas, serão um. Ele virá…
Amor, desejo e paixão… Fundir-se-ão em um só.
Menina doce e inocente… Desejo de mulher…
Então, seu sonho enfim se realizará… Amar livremente.
Na nudez de tua alma de menina, uma mulher surgirá.
Thamires… Inocência de menina deseja ser mulher.
Eternamente thamires, menina linda, alma de mulher.
            Anderson Luiz de Souza

" Escrevi este acróstico para minha prima que conheci recentemente
e que amei conhecer. uma linda alma sonhadora."


ESPERANÇA FUGIDA

22 ago
ESPERANÇA FUGIDA

 
ESPERANÇA FUGIDA

Ó esperança não fujas
Deste meu sentido vasto
Que na bruma da noite
Me incómoda no leito 
Tu que és guarda da solidão
Do meu inóspito peito
Nas madrugadas solitárias
Brandamente lá surge o sono
Vindo de caminhos tumultuosos
Trazendo o mensageiro incolor
Que voará em perfumes preciosos
Distribuído leve odor
E a doce esperança
Que vagueia no ar
Recebida em meu coração
Oferta tanta ilusão
Enchendo-me a alma 
De odores de sua razão
Empregnando fidelidade a Deus
Meu rei, e senhor da esperança
Que a todos guarda sem pudor
Na sua boa cristandade
No meio de servos escolhidos
Jurando paz, e liberdade

De: Fernando Ramos

http://sargentoanderson.multiply.com/journal/item/105/105

PAI AUSENTE, FILHO CARENTE! PERDOE-ME MEUS FILHOS

20 ago
PAI AUSENTE, FILHO CARENTE! PERDOE-ME MEUS FILHOS Aug 20, ’10 8:47 AM
para todos

Pai Ausente, Filho Carente!

Uma breve revisão desta leitura.
Algumas pessoas dizem: quero ter um filho. Outras dizem: quero ser pai/mãe.
Conseguem perceber a diferença?
No decorrer de nossas vidas vamos incorporando papéis, não somos apenas mulheres e homens, temos sempre nossas funções.
Nessa de se dizer quero ter um filho, pode ser que algumas dessas pessoas, um provável pai, acabe sendo ausente na vida do filho. Outro dia poderemos falar do papel da mãe. Hoje o livro e minha leitura falam desse buraco, da ausência na vida dos meninos quando eles não tem uma referência presente.
Muitas vezes pela própria ausência em si, outras vezes por problemas com drogas, alcoolismo, em outros casos pais nada afetivos e muito agressivos.
Devemos entender aqui que falar em afetividade não necessariamente nos referimos a pais que abraçam e beijam seus filhos. Afeto são demonstrações de cuidados, a comida que se põe em casa, a preocupação com o futuro dos filhos.
Pais um dia foram filhos e alguns também não tiveram referência de pais amáveis, cuidadores, então quando assumem este papel também não tem muitos recursos afetivos, sabem é providenciar.
O processo de libertação para uma vida melhor dos filhos que crescem com a ausência será entender esta falta em seus próprios pais e reconhecerem que de alguma maneira houve afeto, houve cuidado, e quando não, quando existe apenas a ausência, a surra, a agressividade, encarar essa agressividade na fase adulta, para tratar desse rombo, mas lidar de uma maneira que não agrida o outro e nem a si próprio.
Todos nós carregamos agressividade em nosso interior, como também carregamos coisas boas.
Jean Paul Sartre diz que o mais importante não é o que fizeram conosco, mas sim o que nós fazemos com aquilo que conosco fizeram.
O segredo dessas relações é o perdão. Se existe cura para uma vida de mais qualidade, esta se chama PERDÃO!
Enquanto nos escondemos atrás de mágoas e dores emocionais, ficamos travados lá atrás e não progredimos em direção ao nosso futuro.
Se desmembrarmos a palavra perdão, ela é uma grande perda. Eu abro mão do direito que tenho de ficar bravo, triste, com raiva, em nome de um bem estar.
Quem ganha mais sempre é o lado que doa, que libera o perdão.
Termino este artigo transcrevendo um poema que está ao final do livro – de um poeta ameríndeo:
a pedra não tem necessidade nem do sol nem da água para viver;
as plantas têm necessidade da água, da terra, do sol e das pedras para existir;
os animais têm necessidade necessidade das plantas, das pedras, da água, do sol e da terra para substituir;
os homens têm necessidade dos animais, das plantas, das pedras, da terra e do sol para sobreviver; o homem é portanto o mais dependente de todos os seres.

PERDOE-ME MEUS FILHOS SAMUEL E THIAGO PELA MINHA AUSÊNCIA, PERDOE-ME…
 O PAPAI VAI VOLTAR A SER PAPAI VIU? AMO VOCÊS. Anderson