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A FORÇA DO PECADO

23 ago

A força do Pecado Aug 23, ’10 3:49 PM
para todos

Lições Bíblicas – Introdução à Teologia
Escrito por Crispim   
Dom, 23 de Maio de 2010 10:37

A força do pecado é proveniente da lei de Moisés? Deus permitiu que o homem pecasse? Como o homem alcançou liberdade? Em qual mandamento de Deus o pecado achou ocasião e matou o homem? Estas e outras perguntas serão respondidas neste artigo. 

"Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei" ( 1Co 15:56 Tooltip )

A força do pecado reside na lei de Moisés?

Muito antes de Moisés entregar a lei ao povo de Israel o pecado já exercia o seu domínio no mundo “Pois antes da lei estava o pecado no mundo…” ( Rm 5:13 Tooltip ), e a morte já reinava desde Adão ( Rm 5:14 Tooltip ). Tais afirmações demonstram que não é a lei de Moisés que é a força do pecado, pois mesmo sem a lei mosaica o pecado prendia o homem à morte.

Se a lei de Moisés não é o que concede força ao pecado, de qual lei o apóstolo Paulo fez alusão? Qual lei constitui-se a força do pecado?

A resposta encontra-se no livro do Gênesis: “E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” ( Gn 2:16 Tooltip -17).

Quando Deus concedeu a sua ordenança (mandamento) a Adão, assim o fez para preservar-lhe a vida, ou seja, a comunhão de Adão com Deus. O mandamento foi dado para vida, porém, o que era santo, justo e bom tornou-se morte, visto que o pecado achou ocasião na ordenança, e por ele matou o homem.

Qual a força da ordenança? A força da ordenança decorre da soberania de Deus, que a constituiu, e, por conseguinte, a ordenança é santa, justa e boa, pois é uma expressão da natureza de Deus.

Na ordenança havia uma pena (conseqüência) pré-estabelecida: ‘… certamente morrerás’, e na morte, que é um aguilhão, ou a pena prevista, o pecado prendeu todos os homens, sujeitando-os por toda existência a servi-lo ( Hb 2:15 Tooltip ).

O pecado refere-se a uma condição pertinente a humanidade após a ofensa de Adão. Esta condição é resultado de uma pena imposta após uma condenação: alienação da glória de Deus, separados da vida que há em Deus, portanto, mortos ( Rm 5:18 Tooltip ).

O que prende o homem à condição denominada pecado é a morte, a pena prevista pela ordenança de Deus, e através da ordenança que era para vida o pecado ‘achou’ ocasião (meio, modo) e matou o homem.

Qual o objetivo da ordenança dada por Deus no Éden?

  1. Preservar a relação que o homem possuía com Deus (vida, luz, verdade, justiça, santidade, etc.);
  2. Estabelecer e conscientizar o homem da total liberdade que possuía “De toda a árvore do jardim comerás livremente…” ( Gn 2:16 Tooltip );
  3. Não deixar o homem desavisado (inocente) do risco que o cercava "O avisado vê o mal e esconde-se; mas os simples passam e sofrem a pena" ( Pr 27:12 );
  4. O alerta ‘dela não comerás’ demonstra uma relação de confiança, que preservaria a condição do homem.

A ordenança dada por Deus era santa, justa e boa, porém, o pecado mostrou-se excessivamente maligno, pois encontrou ocasião na ordenança que era para vida, e através da ordenança matou o homem ( Rm 7:13 Tooltip ).

A força do pecado é anterior a lei de Moisés, pois antes da lei mosaica a morte já reinava em decorrência da ofensa de Adão ( 1Co 15:22 Tooltip ).

Adão não precisava realizar obra alguma para cumprir a ordenança, antes bastava confiar em Deus, porém Adão não confiou (descansou) e desobedeceu ao Criador.

Adão não tinha qualquer obrigação, e podia comer livremente de todas as árvores do jardim, inclusive das duas árvores plantadas no meio do jardim: a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal. Mesmo com o alerta acerca da conseqüência quanto ao comer do fruto do conhecimento do bem e do mal, Adão não preferiu a ordenança que era para a vida e comeu do fruto do conhecimento do bem e do mal.

O aguilhão do pecado não é proveniente da lei de Moisés, antes é proveniente da lei que causou a alienação de Deus.  Por causa da lei santa justa e boa que diz: ‘… certamente morrerás’ ( Gn 2:17 Tooltip ), o pecado encontrou ocasião na força da lei, e por ela aprisionou o homem ( 1Co 15:56Tooltip ).

Qual a força do pecado? A irrevogabilidade da lei tornou-se a força do pecado.

Através da ordenança que diz: ‘… certamente morrerás’ ( Gn 2:17 Tooltip ), por causa da transgressão de Adão o pecado encontrou a força necessária para aprisionar o homem. Sem o mandamento não existiria para o homem a possibilidade de alienação de Deus, ou seja, o pecado estaria morto ( Rm 7:8 Tooltip ).

O mandamento de Deus foi dado para preservar o homem em comunhão com a Vida, porém, após dar ‘ouvido’ à serpente, o homem ‘achou’ que o mandamento era para a morte, pois entendeu que ainda não estava pleno de Deus ( Rm 7:10  Tooltip ; Gn 3:5 Tooltip ).

O homem entendeu que não ter o conhecimento do bem e do mal era o mesmo que não ter a plenitude de Deus, porém, plenitude é estar em comunhão com Deus.

Pela lei santa justa e boa, que visava preservar a comunhão do homem com Deus, o pecado achou ocasião, mostrando-se excessivamente maligno, pois pelo bem (lei) encontrou a força necessária para alienar o homem de Deus, e, assim, enganou e matou o homem ( Rm 7:11 Tooltip).

O homem perdeu a comunhão, a glória, a vida e a liberdade! Por natureza o homem passou a ser filho da ira e da desobediência, alienado de Deus e escravo do pecado ( Ef 2:2  Tooltip -3 ). A condição de Adão passou a todos os seus descendentes. A morte veio por um homem e todos os homens morreram em Adão ( 1Co 15:21 Tooltip -22). Um pecou, todos os seus descendentes pecaram ( Rm 5:16 Tooltip ).

Um cético pode perguntar: se Deus sabia que o pecado operaria a morte através do mandamento santo, justo e bom, porque concedeu indiretamente ocasião ao pecado ao estabelecer o mandamento? Porque somente através do mandamento se estabelece a liberdade. Se não houvesse o mandamento não haveria liberdade.

Quando Deus instituiu a perfeita ordenança, a da liberdade, dizendo: “De toda a árvore do jardim comerás livremente…” ( Gn 2:16 Tooltip ), somente com a ressalva a liberdade se estabeleceu: “… mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” ( Gn 2:16 Tooltip ).

Deus estabeleceu plena liberdade, e o diabo enfatizou proibição total: “É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?” ( Gn 3:1 Tooltip ). Deus é o autor da liberdade ( 2Co3 :17 ), mas o diabo promoveu a alienação de Deus.

O apóstolo Paulo descreve a condição do homem destituído da gloria de Deus (pecado) como morto em delitos e pecados ( Ef 2:1  Tooltip ; Cl 2:13  Tooltip ). O homem não dispõe de meios para livrar-se por si mesmo da condição herdada de Adão, o que o torna comparável a um escravo.

Diante deste quadro horrendo, condição em pecado, apareceu a benignidade de Deus para com todos os homens ( Tt 3:4  Tooltip ). Por ser riquíssimo em misericórdia, mesmo os homens estando mortos em delitos, anunciou: "Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá…” ( Is 55:3  Tooltip ; Ef 2:5  Tooltip ).

Adão morreu por não dar ouvidos (obedecer) à palavra do Senhor. Não deu crédito à palavra do Senhor, mas acatou as palavras do pai da mentira, pois desobedeceu ao mandamento que lhe era para vida.

São diferentes: o mandamento que Deus deu no Éden, onde o pecado obteve força, e a lei de Moisés, que somente serviu de ‘aio’ para conduzir o homem a Cristo. Enquanto a ordenança no Éden era para preservar a vida, a ordenança entregue por Moisés continha uma maldição para quem não a cumprisse “Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las (…) O que fizer estas coisas, por elas viverá” ( Gl 3:10 Tooltip -12).

Nas cartas do apóstolo Paulo há referencia as duas leis, sendo necessário fazer distinção entre elas para não ocorrer equívocos quando se interpreta a bíblica.

Por exemplo: considerar que a lei de Moisés é o que concede força ao pecado dá margem a entender que o pecado restringe-se às ações ou omissões equivocadas dos homens, o que nega ambos: a força e o aguilhão do pecado, provenientes da desobediência de Adão.

Daí surge o entendimento que a força do pecado está nas negativas da lei de Moisés, por exemplo: não matarás, não furtarás, não roubarás, não dirás falso testemunho, etc., o que promoverá um entendimento meramente legalista e formalista no combate ao pecado. Tal compreensão não exclui a força do pecado através da morte do pecador com Cristo, antes promoverá um evangelho pautado em questões comportamentais, tais como: formalismo, legalismo, moralismo, etc.

Quando se compreende de modo correto qual ‘lei’ concede força ao pecado, o interprete enfatizará a crença na mensagem do evangelho, uma vez que compreenderá porque é necessário ao homem nascer de novo.

Como o homem morreu porque não deu crédito a ordenança que era para vida, somente através da fé na palavra de Deus o homem viverá ( Mt 4:4 Tooltip ). O aguilhão do pecado (morte) só é ‘quebrado’ quando o homem morre com Cristo, pois após morrer, e ser sepultado, ressurge em uma nova criatura, criada segundo o poder de Deus, em verdadeira justiça e santidade.

Vale destacar que, na primeira carta aos Coríntios, todas as vezes que o apóstolo Paulo fez referencia à lei de Moisés, o fez em um contexto que não é possível desvincular a palavra ‘lei’ do povo judeu, ou do seu preceptor, Moisés ( 1Co 9:8 Tooltip ; 1Co 9:9 Tooltip ; 1Co 9:20 Tooltip ; 1Co 9:21 Tooltip ; 1Co 14:21 Tooltip ; 1Co 14:34 Tooltip ).

Com relação ao verso em tela, não temos uma referência explicita à lei de Moisés, e aliado a isto, o capítulo 15 da primeira carta aos Coríntios trata de questões próprias ao Éden, do primeiro Adão e do último Adão, que é Cristo, o que vincula a palavra ‘lei’ a questões próprias do Éden.

Portanto, o que prende o homem ao pecado é a morte, condição proveniente da ofensa de Adão e que estava prevista na ordenança de Deus. Já a força do pecado reside na ordenança irrevogável:“… certamente morrerás” ( Gn 2:17 Tooltip ).

Através da mesma lei que estabeleceu plena liberdade o pecado operou a morte, mostrando-se excessivamente maligno, pois através do bom operou a morte ( Rm 7:13 Tooltip ). Ou seja, a ordenança concedida no Éden não estava permitindo que o homem pecasse, antes estava instituindo a liberdade.

 

Perguntas e respostas:

1) A força do pecado é proveniente da lei de Moisés? Não! É proveniente da ordenança que foi dada ao homem no Éden.

2) Deus permitiu que o homem pecasse? Não! Através da ordenança demonstrou quão plena era a liberdade que o homem possuía.

3) Como o homem alcançou liberdade? Através da ordenança, pois sem a ordenança não haveria liberdade.

4) Em qual mandamento de Deus o pecado achou ocasião e matou o homem? Na ordenança registrada em Gn 2:17 Tooltip .

5) Através de qual elemento o pecado aprisiona o homem? Através da morte ( Hb 2:15 Tooltip ).

6) Por que a ordenança de Deus constituiu-se na força do pecado? Porque a ordenança é irrevogável, e o pecado achou ocasião na irrevogabilidade da lei. 

COMO ZAQUEL…SUBIR OU DESCER? O EQUÍVOCO DE RÉGIS DANESE!

20 mar

REGIS
DANESE NÃO ENTENDEU A MENSAGEM DE ZAQUEU


A
música do Regis Danese “faz um milagre em mim”, foi vendida e cantada
por milhões de fiéis em todas as igrejas brasileira, independente da
‘marca’. A idéia do compositor era contar a história de Zaqueu (Lucas
19). Alguns irmãos me perguntaram o que achava desta música, respondi
que era bonita, fácil de cantar, mas sua letra não condizia com o texto
na qual o compositor havia proposto a cantar. E foi aí que vieram as
perguntas, e não querendo escandalizar os ‘levitas’ desviei delas, até
que agora decidi abrir a boca.
Eu não ouço música evangélica, só
porque é evangélica. Eu ouço qualquer música, desde que tenha qualidade.
Sou eclético. Mundano para alguns. Mas a verdade é que, se queremos com
uma música refletir em um texto bíblico, sendo esta música um sermão,
embora cantado é uma mensagem, ela precisa ser ao menos coerente com o
texto que a inspirou. Faço aqui algumas observações na música do Regis, é
minha opinião, e não fecho a questão, ela está aberta a discussões e a
outras opiniões. Vejamos:
“Como Zaqueu eu quero subir,
O mais alto
que eu puder.
Só pra te ver, olhar para Ti,
E chamar sua atenção
para mim,”
O Regis começa pecando na letra quando ele interpreta o
motivo que levou Zaqueu a subir naquela árvore. Zaqueu não subiu na
árvore para chamar a atenção de Jesus. Ele subiu na árvore devido a sua
“pequena estatura”. (v. 3)
O meu problema com a música do Regis é
porque ele coloca a salvação de Zaqueu depender de sua atitude, tipo:
subir na árvore para chamar a atenção. E este é o entendimento do Regis.
Ele começa afirmando que vai subir “o mais alto que eu puder”. Em
outras palavras, vou me esforçar no máximo. E porque tanto esforço? Ver
Jesus, e chamar a atenção de Jesus. Isso é tipicamente religioso, mas
não é bíblico, nem condiz com o pensamento dos Evangelhos.
A religião
vive nos fazendo subir em árvores. Uma volta ao primitivismo da
evolução (quem sabe?). Ela vive nos colocando no picadeiro de um grande
circo, chamado igreja, onde ficamos fazendo todo tipo de espetáculo para
ver se Cristo, olha para nós. É cada um se esforçando no que pode. Cada
um querendo ver se atrai os olhos complacentes de Cristo. Pura ilusão.
Idiotice da religião e seus gurus.
Se Cristo tivesse achado fenomenal
o fato de Zaqueu estar em cima da árvore ele não teria dito: “desce
depressa” (v. 5). E se Zaqueu tivesse subido na árvore com o propósito
de fazer os olhos do Todo-poderoso se dirigir a ele, não teria apressado
em descer (v. 6). Se Zaqueu tivesse pensado como Regis e sua legião,
teria tido: “Não, Senhor, não posso descer, minha idéia funcionou, eu
consegui mover teu olhar, eu sei mover teus olhos, o segredo é subir bem
alto, ‘o mais alto que eu puder’”.
Mas a Bíblia diz que Zaqueu
desceu depressa, e não desceu porque tinha conseguido atrair o olhar de
Cristo, desceu porque foi chamado por Cristo. Mas se Cristo olhou para
Zaqueu não foi pela posição privilegiada dele em relação a multidão. É
que Cristo viu em Zaqueu um pecador dependente de salvação e ele não
estava passando por ali por acaso. Ele tinha um propósito salvador para
Zaqueu. O pecador intimado pela voz irresistível do Espírito Santo,
jamais fica na posição em que sua idéia adâmica o impeliu, ele desce e
compreende que é aqui no chão, aos pés do mestre que Cristo faz a
mudança tão significativa na vida dele.
Zaqueu subiu sim na árvore,
porque era de pequena estatura. Mas Zaqueu não convidou Cristo para
entrar em sua casa. O texto disse que foi Cristo que se ofereceu a
entrar na casa de Zaqueu: “hoje me convêm pousar em tua casa” (v.5). E
Zaqueu “desceu e o recebeu alegremente” (v.6).
Irmãos, todo a mudança
na vida de Zaqueu foi ocasionada pelo “DESCER” e não pelo “SUBIR”.
Toda
mudança na vida de Zaqueu foi provocada pela iniciativa de Cristo em
querer entrar na casa de Zaqueu. Cristo se ofereceu primeiro. Cristo
quis salvar Zaqueu.
Zaqueu só tomou iniciativa baseado em sua vida
natural. Ouviu falar de Jesus, ficou curioso, não se atreveu a romper a
multidão, não arriscou perdê-lo de vista, subiu na árvore impelido pela
sua pequena estatura. Tudo isso é do homem natural. Ele usa recursos
naturais para ver se de algum modo atrai o olhar da divindade. É uma
tentativa. Apenas isso e nada mais.
Zaqueu só foi transformado
porque Cristo mandou ele descer e decidiu entrar em sua vida e em sua
casa. Sem o ‘me convêm’ de Cristo, você pode esforçar e subir até aonde
você agüentar, nada vai mudar, milagre não virá. Mas quando a doce e
poderoso voz de Cristo for dirigida a você dizendo “desça”, você descerá
e receberá com alegria aquele que virá trazer salvação em tua casa.
A
música do Regis é bonita e fácil de cantar, mas infelizmente, ele não
entendeu a mensagem de Zaqueu para nos hoje. E o “descer” e não o
“subir” que está evidenciado no texto. A vida de Zaqueu está dividida em
“subir” e “descer”. Enquanto Zaqueu subiu ele continuou o mesmo homem,
mas depois que ele desceu sua vida foi mudada, houve um mexer de
estrutura, houve o milagre da transformação.
Regis, que tal cantarmos
“como zaqueu quero descer”?
extraido do blog conversa teológica Pr Pedro Rocha 

DEUS MUDOU DE ENDEREÇO? (Por Pr. Alberto Maciel Carneiro)

20 fev

DEUS MUDOU DE ENDEREÇO?

DEUS MUDOU DE
ENDEREÇO?

Os capítulos 5,6 e 7
de Mateus fala da mensagem de Jesus no sermão do monte. Os ensinamentos
do sermão do monte são repetidos para a Igreja de hoje nas epístolas do
Novo Testamento. No capítulo 6 o Senhor Jesus nos apresenta algumas
instruções com respeito à oração: devemos orar em particular antes de
orar em público; devemos orar com sinceridade, devemos orar de acordo
com a vontade de Deus e devemos orar com espírito de perdão.   

O propósito da oração é glorificar o nome de Deus e pedir ajuda
para realizar sua vontade na Terra. Essa oração não começa com nossos
interesses pessoais, mas sim com os interesses de Deus: o nome de Deus,
seu reino e sua vontade.

O único problema é sabermos "onde está Deus?" para que possamos
ter esse encontro e assim realizamos nossas petições. O acesso a Deus
como “Pai” só é possível por meio de Cristo:
“Ninguém vem ao Pai, senão por mim”, disse Jesus dirige-se (Jo 14.6). Isso
também aponta o caminho para a filiação a Deus para todos os
cristãos. Deus como Pai de todos os cristãos é o complemento de sua
paternidade a ser mencionada aqui. O Senhor é Pai de todos o que tem fé
em Cristo.

Jesus Cristo mostrou o Pai ao mundo: “não crês tu que eu estou no Pai, e que o
Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo.
Antes, é o Pai que está em mim quem faz as obras”
(Jo 14.10).

Mas
a pergunta ainda perpetua onde está o pai que Jesus disse na oração do
Pai nosso. Ele afirmou que 
 “Que
estás no céu”!
 

Vejamos:    

 

·         No
Velho Testamento Deus se apresenta com uma habitação no Céu;

 

·         Mateus
quando faz sua narrativa no sermão do monte apresenta um Jesus para os
judeus. Ou seja ele escreve direcionado para os judeus.

  ·        
Em João 14 Jesus disse: “Não se turbe o vosso coração; credes em
Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se
assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar lugar.”

  o   Onde
Jesus foi preparar lugar
?

o   Ele
foi edificar uma casa, a qual é composta de 5 pilares?

§ 
A Cruz;

§ 
A Morte;

§ 
A Ressurreição;

§ 
A Ascensão;

§ 
A Vinda do Espírito Santo.

 

o   Deus
Mudou de Endereço, não está mais no céu.

 

o   Com
esses 5 pilares o Senhor Jesus Edificou morada em nós.

 

o   Deus
mudou de endereço agora ele habita em nós. Não mais no céu, mas em nós.
Não está mais lá, mas aqui e agora, e principalmente em nós.
  

 (extraído do blog http://pastoralberto.zip.net/

O NOME DE JESUS

12 fev

O NOME DE JESUS

(Texto: João. 1:1-3/ 8: 58)

 

*introdução:

Jesus Cristo é o grande tema da Bíblia. Ele
aparece em todos os livros da Bíblia: em Gênesis, a semente da mulher; em
Êxodo, o cordeiro pascal; em Levítico, o sacrifício expiatório; em Números, a
rocha ferida; em Deuteronômio, o profeta que havia de vir; em Josué, o capitão
(príncipe) do exército do Senhor; em Juízes, o grande libertador; em Ruthe, o
parente celestial; em Reis e Crônicas, o rei prometido; em Esdras, o
restaurador do Templo; em Neemias, o restaurador da nação; em Ester, o advogado
propiciador; em Jó, o redentor; em Salmos a satisfação para a alma; em
Provérbios, o modelo para a alma; em Eclesiastes, o alvo para a alma ansiosa;
em Cantares, o amado da alma; nos profetas, o príncipe da paz que virá; nos
evangelhos, o salvador; em Atos, o Cristo ressurreto; nas epístolas, o Cristo
entronizado; e no Apocalipse, o Cristo vitorioso, glorificado.

*exposição

1)       Os
cinco principais nomes de Cristo:

        

Na Bíblia, o nome de uma pessoa sempre revela o
seu caráter; por meio dos nomes, a bíblia revela a identidade de Jesus. Vejamos
os cinco principais:

1.1) CRISTO

O nome Cristo significa o ungido. É o nome
oficial do messias. No antigo testamento, os reis e sacerdotes eram ungidos,
simbolizando a capacitação e autoridade do Espírito Santo. Berkhof afirma que a
unção visível significava:

a) Designação para um ofício.

b) Estabelecimento de uma relação sagrada e o
resultante caráter sacrossanto da pessoa ungida. (1sm24:6/26:9/2sm1:14)

c) Comunicação do Espírito ao ungido.
(1sm16:13)

Jesus Cristo é o ungido do Senhor para o
cumprimento de uma grande tarefa: a salvação do pecador. (Lc 4:16-21).

1.2)JESUS

A palavra Jesus significa Salvador. A escolha
desse nome foi uma determinação Divina. (Mt 1:21). O nome de Jesus indica sua
missão salvadora.

1.3)SENHOR

O nome Senhor é o título de exaltação da pessoa
de Jesus. Ele é o senhor, isto é, ele é Deus com toda autoridade e poder. (At
2:36) Jesus é o Senhor exaltado, é o Rei vitorioso(Fp 2:9-11/Ap 19:1).

1.4)FILHO DE DEUS

O nome filho de Deus indica a Divindade de Jesus,
e a sua relação familiar com Deus pai. (Mt 11:27)Berkhof diz que o termo Filho
de DEUS se aplica a Jesus em quatro sentidos diferentes:

1-no sentido messiânico-(Mt 3:17)

2-no sentido trinitário-(Mt 16:16)

3-no sentido natalício-(Lc1: 35)

4-no sentido ético religioso-(Mt 17:24-27)

1.5) FILHO DO HOMEM

O nome Filho do homem foi a maneira mais comum
de Jesus tratar-se a si próprio, a fim de descrever sua humanidade, (Mc
2:27-28),sua Divindade (Jo 3 ;13), a sua obra redentora (Mt 17:22), sua segunda
vinda (Mc 8 :38). A origem do termo está no antigo testamento (Sl 8:4/Dn 7:13),
Profeticamente indicando Jesus como homem perfeito (Hb 2:5-18)

2)      OS NOMES DE JESUS NO EVANGELHO
DE JOÃO (João 8:58)

 

Este versículo além de reafirmar a divindade, a
preexistência e a eternidade de Cristo em contraste com a criatura,
apresenta-nos um dos nomes de Jesus:

*EU SOU o pão da vida (Jo 6:35,41,48,51)

*EU SOU a luz do mundo (Jo 8:12/9:5).

*EU SOU a porta do redil (Jo 10:7).

*EU SOU o bom pastor (Jo 10:11,14)

*EU SOU a ressurreição e a vida (Jo 11:25).

*EU SOU o caminho a verdade e a vida (Jo 14:6).

*EU SOU a videira verdadeira ( Jo 15:1,5).

Outro ponto interessante é a metáfora do
tabernáculo. Habitar significa armar tenda (Jo 1:14), assim como DEUS no meio
de Israel através do tabernáculo, ele habita em nós e no nosso meio através de
Jesus. Cada detalhe do tabernáculo aponta para CRISTO:

*O tabernáculo (Ex 25:8, 9,40/JO 1:14)JESUS é
DEUS conosco.

*A cortina do átrio (Ex 27:9-12/Jo 3:14,15/2Cor
5:17)JESUS a humanidade perfeita.

*A porta (Ex 27:13-16/Jo 10:9) JESUS o caminho
para DEUS.

*O altar de bronze (Ex 27:1-8/Jo 3:16) JESUS o
sacrifício perfeito.

*A pia de bronze (Ex 30:17-21,38:8/Jo
4:10,7:37,38,13:4-11) JESUS a água viva.

*A tenda da congregação (Ex 26:1-37, 36:20-38/Jo
1:14) JESUS o tabernáculo perfeito.

*A mesa dos pães (Ex 25: 23-30, 37:10-16/Jo 6:29,35,47,51)
JESUS o pão da vida.

*O candelabro de ouro (Ex 25:31-40/JO
1:1-5,3:19-21,8:12) JESUS a luz do mundo.

*O altar do incenso (Ex 30:1-10Jo 17) JESUS o
nosso intercessor.

*O véu e o santo dos santos (Ex 26:31-37/Hb
10:19-23) a encarnação de CRISTO e o lar celestial.

*A arca e o propiciatório (Ex 25: 10-16/Jo
1:29/Rm 3:24-26) JESUS o rei entronizado.

*conclusão

O nome de JESUS revela a sua pessoa, natureza,
caráter e atitudes. Não há nome que supere o de JESUS. Por causa da sua
humilhação, encarnação e morte, DEUS exaltou o nome de JESUS (Fp 2:9-11).

*Aplicação

Enfim, o que significa o nome de JESUS para
mim? Tenho crido que há poder neste nome? JESUS… Habita em meu coração, ou
apenas em minha mente? Conhecimento sem experiência real com JESUS, é falácia e
vã filosofia. JESUS, O CRISTO, O NOME SOBRE TODO NOME. Temos conhecido, crido e
experimentado de JESUS? Temos vivido JESUS?

Vivamos o dia de hoje como se cristo
voltasse amanhã
!”

AndersonMineiro70

 

COCAÍNA, FLERTE FATAL, CRACK, MORTE SÚBITA

4 fev
TANTA GENTE HOJE DESCANSA EM PAZ E UM ROCK STAR AGORA É LENDA, ESSE FLERTE É UM FLERTE FATAL, ESSE FLERTE É UM FLERTE FATAL; QUE VAI TE CONSUMIR, EM BUSCA DE UM PRAZER INDIVIDUAL, ESSE FLERTE É UM FLERTE FATAL E É SEMPRE GENTE MUITO ESPECIAL. QUANTA GENTE JÁ ULTRAPASSOU A LINHA ENTRE O PRAZER E A DEPENDENCIA, E A LOUCURA QUE FAZ O CARA DAR UM TIRO NA CABEÇA, QUANDO CHEGAM ALÉM E OS PÉS NÃO TOCAM MAIS O CHÃO, ESSE FLERTE É UM FLERTE FATAL, ESSE FLERTE É UM FLERTE FATAL, E É SEMPRE GENTA MUITO ESPECIAL, ESSE FLERTE É UM FLERTE FATAL………………….(IRA)

TA VENDO?FOI POR MIM!

19 jan

Foi na Cruz

“Foi na Cruz, foi na cruz, onde um dia eu vi meus pecados castigados em Jesus; foi ali, pela fé que meus olhos abri, e agora me alegro em Sua luz”. HCC Número15.

Este trecho do hino “Conversão” me faz refletir sobre os olhares daquelas pessoas presentes a crucificação de Cristo Jesus. Em quanto os soldados romanos usavam de atos de crueldade, chicotavam, zombavam e cuspia, a multidão atenta misturavam suas emoções, uns pensavam “É pouco o que ele está sofrendo como pode um nazareno se achar filho de Deus”. “Por outro lado havia pessoas que acompanharam a trajetória pública de Jesus, e sabia que Ele só tinha feito o bem”, porém ninguém tinha coragem de interferir, pois tinha medo de ser castigado como seguidor de Cristo.

        Imaginemos a triste imagem de Cristo na cruz olhando para multidão gritando “se És o Rei dos reis salve a si mesmos”.

Ele pode ver o sorriso estampado no rosto dos doutores da lei e soldados romanos, Cristo viu as lágrimas de Maria sua mãe e de Maria Madalena. Por um momento Ele olha para o céu e busca forças Naquele que sempre esteve presente, Deus Pai, porém àquela hora era apenas o momento do Filho de Deus pagar por nossas transgressões.

Agora convido a imaginar do outro ponto de vista à multidão vendo Cristo na cruz:

1.   Lázaro irmão de Marta e Maria, quantas perguntas devem ter passado na cabeça daquele pobre homem, “Ele me ressuscitou, me tirou das trevas, eu já dormia por quatro dias e Jesus pôde de ressuscitar”.

2.   Um outro homem diante da dor de Cristo fecha os olhos e lembra que em certa ocasião Jesus passando por ele que estava enfermo, há 38 anos. Vendo-o deitado perguntou-lhe: Queres ser curado? Respondeu-lhe o enfermo: – Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Então, Jesus lhe disse: Levanta-te, toma o teu leito e anda. Imediatamente o homem se viu curado e, tomando o seu leito, pôs se a andar. O ex-paralítico de Betesda. Jo 5:1.

3.   No meio daquela multidão havia uma mulher que pensava: “12 anos com hemorragia e ele me curou e hoje está morrendo”.

4.   Um centurião que olhava para a cruz e pensando dizia: “apenas uma palavra dita curou meu servo”… apenas uma palavra.

5.   As lágrimas dos olhos curados de Bartimeu escorriam molhando sua face, mas com esperança que você também possa ter o prazer de ver Jesus Cristo ao lado do Pai.

6.   O sussurrar do choro de um homem ouvido em fragmentos timbre sonoros de uma voz, em meio a uma grande multidão gritando. Vendo Jesus cheio de sangue, derramando das feridas nas mãos nos pés, das chicotadas, dos acoites e de seu lado perfurado pela lança, imaginava:”esse homem todo cheio um dia disse-me – se limpo – e eu fiquei limpo das lepras que estava em meu corpo.   

7.   Jairo um dos principais da sinagoga: olhando para a cruz e passava em sua mente o momento em que sua filha foi ressuscitada por Jesus. Que momento maravilhoso.

8.   João antes voz de trovão, depois da crucificação o apostolo do amor, pois agora ele era capaz de entender o amor de Deus por nós, Jesus mudou a história de nossas vidas, Os nossos erros Ele cravou na cruz.

“Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; … Mas Ele foi transpassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” Isaías 53:4-5.

Foi na cruz pago um alto preço por mim e por você, foi na cruz que os olhos de muitos foram capazes de abrir, muitos que andavam cegos e perdidos vagando longe do Salvador puderam através de Cristo ver a luz. Que Deus nos abençoe! (extraído)

                                                                         

AS AÇÕES FICAM POR SUA CONTA…

19 jan
             "Ainda que eu falasse todas as línguas dos homens e dos anjos…mesmo que tivesse toda a fé a ponto de transportar montanhas,se não tiver amor,não serei nada!"
                            (e as ações ficam por sua conta)