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31 mar
Um protesto contra a comemoração do aniversário do golpe que instaurou o regime militar no Brasil em 1964 terminou em confusão na tarde desta quinta-feira (29) em frente à sede do Clube Militar, na avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro.
Os participantes reclamaram de uma palestra realizada hoje no Clube para lembrar o golpe, que ocorreu no dia 31 de março de 1964.
Os manifestantes tentaram fechar a Rio Branco e foram contidos pela PM que precisou usar gás de pimenta e bombas de efeito moral para conter os participantes do movimento.
A situação voltou a ficar tensa quando militares da reserva que participaram do evento no Clube deixavam o local. Eles chegaram a ser cercados pelos manifestantes que, aos gritos, os chamaram de “covardes” e “assassinos”.
Os militares tiveram que contar com a ajuda de PMs para irem embora. Os policiais fizeram um corredor para que eles caminhassem do prédio até a entrada do metrô, na estação Cinelândia. Durante o tumulto, uma pessoa foi detida.
Os manifestantes trouxeram fotos de pessoas que teriam desaparecido durante o regime militar e pediram a reabertura dos arquivos da ditadura.
Com informações da Agência Estado
NOTA DE DESAGRAVO DO SITE SGT ANDERSON & BLOG ESPAÇO DE ANDERSON MINEIRO:
Mas uma vez podemos assistir ao show de uma bando de mal informados e que apenas servem de massa de manobra, gado que ouvem apenas  o toque de um berrante, berrante este que muitas vezes  tangido não só pelo governo (devemos lembrar que hoje quem está no governo eram os baderneiros de antes, somos comandados por baderneiros), mas até por “ongs”(???) de fora com interesses exclusivos na riqueza de nosso país.
Inda a poucos dias pudemos observar pasmos manifestações onde picharam casas de pessoas supostamente acusadas de ser torturadores. Aos tais “caras pintadas” apenas digo que procurem de fato conhecer a história do país e se anseiam por justiça, vamos começar a acusar a todos os envolvidos, começando por Brasília, hoje somos comandados por assassinos e terroristas do passados e não vejo ninguém lutar pelo direito de soldados que foram friamente e cruelmente assassinados.
Ainda são atribuídas aos militares mortes que os “baderneiros” mesmo promoveram entre si, matando aos que julgavam ser “traidores”. Isto é uma VERGONHA para nosso país, que mais uma vez demonstra não conhecer a própria história, servindo de massa de manobra a pessoas que sabemos muito bem qual é o interesse: “SOLUS UMBIGUS” [sic]
Caras pintadas (que a meu ver apenas se pintam pra demonstrar de fato o que são: PALHAÇOS), procurem conhecer o outro lado da história. É certo que erros aconteceram de ambos os lados. mas o que ou quem está sendo julgado é apenas um lado, e este lado é exatamente o que deveria ser honrado e não apedrejado.
Busquem a verdade acima de tudo e, não continuem envergonhando nosso país, servindo como massa de manobra, gado tangido, bois de piranha.
Brasil acima de tudo! MONTANHA!!!
Sargento Anderson(Link de meu site)
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…Se pudesse eu voltaria e você?

20 fev

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Se pudesse eu voltaria e você?
Se pudéssemos, o que faríamos?
Se pudéssemos será que voltaríamos no tempo?
Se pudéssemos… o que mudaríamos? O que diríamos?
Se pudéssemos faríamos diferente? Seriamos outros?
Se… o que mudaríamos? O que falaríamos? O que seriamos?
Mas não há como voltar, não há como refazer,
Não existe retrocesso no tempo.
Ele sempre caminha para frente, sempre a favor do vento.
Sempre anuncia uma nova estação,
Sempre faz da pedra pó, e o vento… leva!
Cabelos caem, pessoas envelhecem,
Pedras viram pó, mas o tempo não para!
Covarde que és! Não destes-me outra chance.
E as palavras… estas ficam! Sempre irão ficar
Palavras são mais! Muito mais que palavras…
Palavras machucam ou encantam,
Matam ou dão vida. Dê vida, não mate!
Palavras não são apenas palavras.
Podem ser como pregos martelados em madeira
Ou acalanto suave para a alma
Se eu pudesse eu voltaria… mas não posso!
E você, pode?…
Anderson L. de Souza

http://andersonmineiro70.blogspot.com

Se pudesse eu voltaria e você? de Anderson L. De souza é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil.
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Vida e morte… será?

21 nov

Vida e morte… será?

A uma vida que não quero viver,

A uma morte que não quero morrer,

A uma vida que nela só o cheiro da morte me alumia…

A uma vida que não quero morrer, nem na morte viver…

A uma vida que só a morte é certa,

A uma vida incerta que de certa nada resta.

A uma sombra na luz, e esta que sombra me guia?

A uma vida nas sombras, morte e vida, que me espera?

A uma morte que não quero morrer,

A uma vida que não quero viver,

A uma vida que só a morte é certa…

Vidas que não quero viver, nem nesta vida morrer…

Nem nesta morte chegar,

Antes a Luz encontrar…

Luz que sei! Habita em mim.

Ou talvez não… será?…

Anderson L. de Souza

Morte e vida… será? (outra face…)

A uma vida que sei que encontrei,

A uma morte que sei, não terei!

A uma morte que na vida não virá!… Será?

A uma vida que a morte não levará

A uma morte que se perde na vida,

A uma vida que a morte não encontra,

A uma morte que era certa, mas sempre incerta.

A uma vida que era incerta, mas se fez certa.

Aquela Luz brilhou no caminho,

A luz brilhou…

A vida veio em mim viver…

A morte não virá…

Anderson L. de Souza

reflexões e verdades ( falando sobre a morte)

3 jan

Reflexões e verdades

Estive pensando muito sobre a morte, ou morte. Estive pensando que a morte nada mais é que um aprimoramento. Exatamente isto, um aprimoramento! Ou para uma eternidade de sofrimento ou para uma eternidade de gozo.
Mas a morte é o ponto de partida para o resto de nossa eternidade. Eu já fui um pouco dela ou disto, enfim, eu já fui ela… Mas nela não consegui encontrar uma forma de partir, ou seja, eu quis este ponto de partida para o resto de tudo que viria, mas não encontrei ou não consegui.
A morte trás consigo um cheiro de flor… Senti este cheiro… O gosto… Mas ela não me quis! Eu a desejei, mas ela me rejeitou. Eu que já fiz parte dela e ela de mim… Enfim aqui estou; e agora tenho que encontrar a Vida, (talvez eu já a tenha encontrado, única forma plausível dela, a morte, não ter me quisto) e vou viver esta vida pensando em fazer os outros felizes. Principalmente minha esposa (anja) e meus filhos!
Quero celebrar minha nova vida! (mais uma vez e quantas forem necessárias) eu quero celebrar… Quero falar só sobre a Vida. Só isto! Viver a minha nova vida… Obrigado… Meu Deus…

Anderson Luiz de Souza

JESUS, O HOMEM. COMO AS MULHERES O VIAM? (Rozana Madalena F. Souza)

3 jan

Me pego por vezes pensando de como Jesus era visto pelas mulheres. Vou tentar em poucas palavras falar (em minha frágil e feminina opinião) de como as mulheres viam o homem Jesus, Jesus o homem e como homem. O Jesus que aceitava o perfume de prostitutas, e tinha seu ministério mantido por mulheres.
Assim eu viria Jesus: um homem como os todos os outros homens de sua época, comum, dizendo ser o enviado, o messias, assim como tantos outros antes Dele também o fizeram. Mas Jesus tinha um diferencial, ele exalava um diferencial… As mulheres sentiam este diferencial, Jesus sendo o segundo Adão e não sendo concebido de semente corruptível (semente do homem, pois fora concebido pelo Espírito Santo) exalava uma masculinidade ímpar. Exalava a masculinidade na sua forma mais perfeita e assim como Adão foi o primeiro e mais lindo, ou seja, em sua masculinidade perfeita antes da queda, assim também era Jesus, que por onde passava, exalava esta masculinidade. Um doce e embriagador cheiro que só as mulheres podiam sentir e perceber… Assim eu vejo Jesus homem, a Perfeita essência da masculinidade.
Ao lavar os pés de Jesus com perfume e secar com os cabelos a prostituta demonstrava gratidão, mas vale ressaltar que este gesto na época, era um convite ao ato sexual. Indo um pouco além, quem sabe ela querendo demonstrar o quão grata ela era, ofereceu o que ela tinha de melhor, um perfume muito caro e quem sabe, seu corpo? Pois era o que ela tinha de melhor… Quem sabe ela não desejou também como talvez outras mulheres desejaram, conhecer aquele misterioso e embriagante cheiro da Perfeita essência da masculinidade que Jesus homem exalava? Quem saberá?

Rozana Bat Zion
(minha esposa, Anja_Arcanja)

ORAÇÃO AO DEUS DESCONHECIDO

25 out

Antes de prosseguir em meu caminho e lançar o meu olhar para frente uma vez mais, elevo só, minhas mãos a Ti na direção de quem eu fujo. A Ti, das profundezas de meu coração, tenho dedicado altares festivos para que, em cada momento, Tua voz me pudesse chamar. Sobre esses altares estão gravadas em fogo estas palavras: “Ao Deus desconhecido”. Seu, sou eu, embora até o presente tenha me associado aos sacrílegos. Seu, sou eu, não obstante os laços que me puxam para o abismo. Mesmo querendo fugir, sinto-me forçado a servi-lo. Eu quero Te conhecer, desconhecido. Tu, que me penetras a alma e, qual turbilhão, invades a minha vida. Tu, o incompreensível, mas meu semelhante, quero Te conhecer, quero servir só a Ti.
Friedrich Nietzsche (1844-1900)

LAMENTO INTROSPCTIVO II

8 out

Num ato de amor, fui gerado. Entre milhões de loucos corredores rumo ao alvo, o óvulo, apenas um chegaria. Este se tornou “EU”! Sou um vencedor. Entre milhões, eu cheguei ao alvo. Nove meses depois, nasce um vencedor. Totalmente dependente, mas um vencedor. Tudo era novo, um novo mundo, frio… Eu chorava, não entendia direito, queria voltar. Mas este retorno, era impossível. Deveria me adaptar a este novo mundo e fazer o que nasci para fazer, ou seja, vencer.
Questão de dias, meses, e já estaria completamente adaptado. Já me arrastava pelo chão, engatinhava, brincava… Balbuciava as primeiras palavras. Estava vencendo. E as etapas foram sendo transpostas uma a uma. Um, dois, três, quatro… Dez… Quinze anos se passaram, e eu já impaciente com a demora do tempo… Queria logo crescer, ser “homem”, um vencedor!
Mas não tinha nenhuma visão de futuro. Queria apenas crescer e crescer. Partir para novas conquistas, minha tão sonhada independência. Minha tão sonhada vitória. Enfim, entre milhões, eu havia vencido, tinha que prosseguir vencendo. Mas algo já se havia trincado em mim, já não era o mesmo, ate que se quebrou de vez.
Algo acontecera ou aconteceu, ou melhor, acontecera nestes anos que me trincara, até que veio a quebra de fato. Um acontecimento me marcara pro resto da vida. O vencedor se quebrou. Estilhaços voaram por toda a parte, e eu nem tentei recolhe-los, juntei o que deu pra se salvar e parti, sem rumo, sem direção. Voltando e querendo voltar a ser um daqueles loucos corredores, para que desistisse da corrida, pois seria menos doloroso.
Com o que se quebrara e eu havia as pressas conseguidas juntar, nem me dei conta que era o pior de mim. E sem forças para reagir, pois só pegara as partes frágeis e ou ruins, parei, fiquei parado. Estagnado. Um vazio imenso invadiu minh’alma, ou nem sei se conseguira recolher esta parte… Será?
Então o que mais ansiava em minha juventude aconteceu, o tempo passou. Mas eu, quebrado e parado, entregue as drogas das mais diversas, nem percebera… O tempo passou… e eu? Parado, estagnado, drogado e agora casado! Passou o tempo e eu… Meu Deus! Dois filhos? Uma família, e eu parado. Não vi que o tempo passara… Cabelos brancos, no rosto, as marcas, os fincos deixados pelas noites de sono perdidas, pelas bebidas, pelas drogas, pelas dores, angustias… O tempo passou!
Alegrias? Sim, claro, momentos de alegrias ou momentos alegres, nada mais. Ela também passara, estes momentos passaram. E o que ficou? A marca, as dores, a magoa… Elas não passaram! Resistiram me conduziram por todos estes anos, me fizeram no que hoje sou. O tempo passou, elas não.
Mas agora eu vi, acordei, voltei a me arrastar… Dentro em pouco, engatinhar, balbuciar de novas palavras… Recomeçar… Nunca é tarde para recomeçar. Não vou correr atrás do que se passou. O que passou, passou. Agora é olhar pra frente e caminhar, passo a passo, mas enfim, sair do lugar. Nunca é tarde para voltar a sonhar… Agora é caminhar!
Na primeira introspecção, meu primeiro lamento introspectivo, eu terminei afirmando e questionando: “Tinha de ser assim, pois senão, até quando?” esta eu termino apenas questionando, tinha mesmo que ser assim? Não poderia ser diferente? A resposta eu não sei se tenho. Mas gostaria de te-la. Será que tudo tinha de ser assim?

Anderson Luiz de Souza